quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Acesso ao Ensino Superior para maiores de 23 anos



Decreto-Lei 64/2006 - condições especiais de acesso ao ensino superior para maiores de 23 anos

Este Decreto-Lei aprova as condições especiais de acesso e ingresso no ensino superior e contempla os candidatos ao ensino superior, maiores de 23 anos, independentemente das habilitações académicas de que são titulares. Há uma diversidade de situações que poderão integrar-se no âmbito deste regime que contempla condições especiais para maiores de 23 anos, desde que não tenham habilitação de acesso para o curso pretendido.
Os estudantes interessados deverão consultar o estabelecimento de ensino superior que pretendem frequentar e esclarecer-se sobre o Regulamento, bem como o calendário em que decorrerá a avaliação de capacidades. No site da DGES existe uma lista de todos os cursos superiores existentes bem como um simulador de candidatura.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Saiu a legislação tão esperada!


Foi publicado hoje no Diário da Republica, 1.ª série-Nº208-29 de Outubro de 2007 ,o Decreto- Lei n.º357/2007 com a legislação referente ao processo de conclusão do nível secundário de educação. Será de todo o interesse ler atentamente todo o Decreto-Lei, no entanto, é de referir que da leitura feita pela equipa do centro, o limite máximo de disciplinas inconcluidas é de 6 ( inclusive) , relativamente ao total do ciclo frequentado, o candidato tem que ter mais de 18 anos e são as escolas e os Centro Novas Oportunidades que farão a triagem e encaminhamento dos candidatos já que existe mais que uma modalidade de se obter a conclusão e respectiva certificação do ensino secundário.



sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ponto da situação

Neste momento, os professores/ profissionais Lino Moreira e Luis Leandro estão a realizar entrevistas aos candidatos que fizeram a sua inscrição no centro há mais tempo. Continuamos a receber candidaturas diariamente e em breve será realizada uma nova sessão de esclarecimento a fim de informar os novos candidatos relativamente ao processo RVCC.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Lista de competências - Sociedade, Tecnologia e Ciência

Ano Lectivo de 2007/2008

Profissional: Lino Moreira/Luis Leandro
Formadores: Leonor Alves/José Bandeira
Lista de competências

1-Operar com equipamentos e sistemas técnicos em contexto doméstico, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e os seus diferentes utilizadores.
2-Operar com equipamentos e sistemas técnicos em contexto profissionais, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e os seus impactos nas organizações.
3-Interagir com instituições, em situações diversificadas com base nos direitos e deveres de utilizadores e consumidores de equipamentos e sistemas técnicos.
4-Mobilizar conhecimentos e práticas para a compreensão e apropriação das transformações e evoluções técnicas e sociais.
5-Promover a preservação e melhoria da qualidade ambiental através de práticas quotidianas que envolvam preocupações com o consumo e a eficiência energética.
6-Incluir processos de valorização e tratamento de resíduos nas medidas de segurança e preservação ambiental.
7-Diagnosticar as tensões institucionais entre o desenvolvimento e a sustentabilidade face à exploração e gestão de recursos naturais.
8-Mobilizar conhecimentos sobre a evolução do clima ao longo do tempo e a sua influência nas dinâmicas populacionais, sociais e regionais.
9-Adoptar cuidados básicos de saúde, em função das diferentes necessidades e situações de vida.
10-Promover comportamentos saudáveis e medidas de segurança e prevenção de riscos, em contexto profissional.
11-Reconhecer os direitos e deveres dos cidadãos e o papel da componente científica e técnica na tomada de decisões racionais relativamente à saúde.
12-Prevenir adequadamente patologias em função da evolução das realidades sociais, científicas e tecnológicas.
13-Organizar orçamentos familiares tendo em conta a influência dos impostos e produtos e serviços financeiros disponíveis.
14-Interagir com empresas, instituições e organizações mobilizando conhecimentos de gestão de recursos.
15-Perspectivar a influência dos sistemas monetários e financeiros na economia e na sociedade.
16-Diagnosticar os impactos das evoluções sociais tecnológicas e científicas nos usos e gestão do tempo.
17-Entender a utilização das comunicações rádio em diversos contextos familiares e sociais.
18-Perspectivar a interacção entre a evolução tecnológica e as mudanças nos contextos e qualificações profissionais.
19-Discutir o impacto dos media na construção da opinião pública.
20-Relacionar a evolução das redes tecnológicas com as redes sociais.
21-Associar conceitos de construção e arquitectura à integração social e à melhoria do bem-estar individual.
22-Promover a qualidade de vida através da harmonização territorial em modelos de desenvolvimento rural ou urbano.
23-Mobilizar informação sobre o papel das diferentes instituições no âmbito da administração, segurança e território.
24-Reconhecer diferentes formas de mobilidade territorial – local e global – e sua evolução.
25-Mobilizar o saber formal para reconhecimento do elemento como uma unidade estrutural e organizativa.
26-Recorrer a processos e métodos científicos para actuação em diferentes domínios da vida social.
27-Intervir racional e criticamente em questões públicas com base em conhecimentos científicos e tecnológicos.
28-Mobilizar o saber formal na interpretação de leis e modelos científicos no contexto de coexistência de estabilidade e mudança.

Lista de competências - Cultura , Lingua e Comunicação

Ano Lectivo de 2007/2008

Profissional: Lino Moreira/ Luis Leandro
Formadores: Maria João Oliveira/Conceição Leitão

Lista de competências
1-Lidar com equipamentos e sistemas técnicos em contexto privado, acedendo a uma multiplicidade de funções que comportam e reconhecendo a sua dimensão criativa.
2-Agir perante equipamentos e sistemas técnicos em contexto profissional conjugando saberes especializados e rentabilizando os seus variados recursos no estabelecimento e desenvolvimento de contactos.
3-Utilizar conhecimentos sobre equipamentos e sistemas técnicos para facilitar a integração, a comunicação e a intervenção em contextos institucionais.
4-Relacionar transformações e evoluções técnicas com novas formas de acesso à informação, à cultura e ao conhecimento proporcionado pelos novos suportes tecnológicos e comunicação.
5-Regular consumos energéticos aplicando conhecimentos técnicos e competências interpretativas.
6-Agir de acordo com a percepção das implicações de processos de reciclagem em contexto profissional, reconhecendo a mais valia da sua utilização, recorrendo à comunicação de mensagens eficazes.
7-Agir perante os recursos naturais reconhecendo a importância da sua salvaguarda e participando em actividades visando a sua protecção.
8-Agir de acordo com a compreensão dos diversos impactos das alterações climáticas das actividades humanas.
9-Interpretar e comunicar conteúdos com objectivos de prevenção na adopção de cuidados básicos de saúde, em contextos domésticos.
10-Intervir em contexto profissional apreendendo e comunicando regras e meios de segurança e desenvolvendo uma cultura de prevenção.
11-relacionar a multiplicidade de terapêuticas com a diversidade cultural, respeitando opções diferenciadas.
12-Mobilizar saberes culturais, linguísticos e comunicacionais para lidar com patologias e cuidados preventivos relacionados com o envelhecimento e o aumento da esperança de vida.
13-Definir orçamentos familiares e preencher formulários de impostos dominando terminologias e aplicando tecnologias que facilitam cálculos, preenchimentos e envios.
14-Saber adequar-se a modelos de organização e gestão que valorizam o trabalho em equipa em articulação com outros saberes especializados.
15-Agir de acordo com a compreensão do funcionamento dos sistemas monetários e financeiros (como elemento de configuração cultural e comunicacional das sociedades actuais).
16-Identificar os impactos de evoluções técnicas na gestão de tempo reconhecendo ainda os seus efeitos nos modos de processar e transmitir informação.
17-Operar com as comunicações rádio em contexto doméstico adequando-se às necessidades da organização do quotidiano e compreendendo de que modo incorporam e suscitam diferentes utilizações da língua.
18-Lidar com a micro e a macro electrónica em contextos sócioprofissionais identificando as suas mais valias na sistematização da informação, decorrentes também da especificidade de linguagens de programação empregues.
19-Relacionar-se com os mass media reconhecendo os seus impactos na constituição do poder mediático e tendo a percepção dos efeitos deste na regulação institucional.
20-Receber os impactos das redes de Internet nos hábitos perceptivos, desenvolvendo uma atitude crítica face aos conteúdos aí disponibilizados.
21-Participar no processo de planeamento e construção de edifícios recorrendo a terminologias próprias e procurando garantir condições para as práticas de lazer.
22-Intervir em contextos profissionais considerando a ruralidade ou urbanidade que os envolvem e procurando retirar daí benefícios para a integração socioprofissional.
23-Identificar sistemas de administração territorial e respectivos funcionamentos integrados.
24-Relacionar mobilidades e fluxos migratórios com a disseminação de patrimónios linguísticos culturais e seus impactos.
25-Intervir tendo em conta que os percursos individuais são afectados pela posse de diversos recursos, incluindo competências ao nível da cultura, da língua e da comunicação.
26-Agir em contextos profissionais, com recurso aos saberes em cultura, língua e comunicação.
27-formular opiniões críticas mobilizando saberes vários e competências culturais, linguísticas e comunicacionais.
28-Identificar os principais factores que influenciam a mudança social, reconhecendo nessa mudança o papel da cultura, da língua e da comunicação.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Lista de competências - Cidadania e profissionalidade

Ano Lectivo de 2007/2008
Profissional: Lino Moreira/ Luis Leandro
Formadores:Fernando Matos / Isabel Pinto

Lista de competências

1-Reconhecer constrangimentos e espaços de liberdade pessoal.
2-Assumir direitos laborais inalienáveis e responsabilidades exigíveis ao/à trabalhador/a.
3-Reconhecer um núcleo de direitos fundamentais típico de um estado democrático contemporâneo.
4-Elencar direitos e deveres na comunidade global.
5-Contextualizar situações e problemas da vida quotidiana e integrar as suas diferentes dimensões.
6-Exercer iniciativa e criatividade em novos processos de trabalho.
7-Identificar constrangimentos à construção de dinâmicas associativas e actuar criticamente face a esses obstáculos.
8-Reconhecer factores e dinâmicas de globalização.
9-Assumir preconceitos pessoais na representação dos/as outros/as e demonstrar capacidade de os desconstruir.
10-Reconhecer os limites pessoais no desempenho profissional e seu questionamento à luza de uma cultura de rigor.
11-Mapear diferentes modelos institucionais de escala local e nacional e reconhecer o seu conteúdo funcional.
12-Identificar estereótipos culturais e sociais, compreendendo os mecanismos da sua formação e revelando distanciamento crítico.
13-Reconhecer princípios de conduta baseados em códigos de lealdade institucional e comunitário.
14-Exprimir sentido de pertença e de lealdade para com o colectivo profissional.
15-Identificar e avaliar políticas públicas de acolhimento face à diversidade de identidades.
16-Relacionar património comum da humanidade com a interdependência e solidariedade.
17-Distinguir as várias hierarquizações de valores, escolher e reter referentes éticos e culturais.
18-Adoptar normas deontológicas e profissionais como valores de referência não transaccionáveis em contextos profissionais.
19-Identificar a convicção e firmeza ética como valores necessários para o desenvolvimento institucional.
20-Elencar escolhas morais básicas para a comunidade global: dignidade versus desumanidade; desenvolvimento versus pobreza, justiça versus assimetria, ...
21-Identificar exigências de tolerância e actuar em conformidade.
22-Assumir princípios de negociação, escuta activa e respeito por intervenções e ideias diversas.
23-Assumir o pluralismo como um valor da comunidade política.
24-Relacionar-se com a diversidade cultural segundo uma lógica de interacção e mediação.
25-Calibrar a iniciativa argumentativa própria com o acolhimento de pontos de vista divergentes.
26-Identificar e compreender a interacção dos vários âmbitos problemáticos do dia a dia.
27-Participar activamente em instituições deliberativas de escala diversa.
28-Intervir em debates públicos.
29-Pensar prospectivamente a vida pessoal.
30-Mobilizar vários saberes para a resolução de problemas profissionais complexos.
31-Conceber, desenvolver e cooperar em projectos colectivos.
32-Posicionar-se prospectivamente em contextos macro-sociais de incerteza e ambiguidades.

Portefólio Reflexivo de Aprendizagens

O Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (PRA) dos candidatos é um documento que se articula e decorre do Balanço de Competências (BC). O trabalho desenvolvido com o profissional de RVCC e com os formadores ajudam-no a colocar em evidência as competências adquiridas.
É uma colecção de documentos vários (de natureza textual ou não) que revela o desenvolvimento e progresso na aprendizagem, explicitando os esforços relevantes realizados para alcançar os objectivos acordados. Documenta experiências significativas e é fruto de uma selecção pessoal.

O que é um Portefólio Reflexivo de Aprendizagens?

Trata-se de uma colecção de documentos vários (de natureza textual ou não), que deverá reflectir o desenvolvimento e progresso na aprendizagem, explicitando as experiências relevantes realizadas ao longo da vida, de forma a alcançar os objectivos acordados em cada Área Temática: identificar, compreender e agir. Deverá ainda documentar experiências significativas e resultar de uma selecção eminentemente pessoal, mas sempre com o apoio de profissionais especializados. Assim sendo, o Portefólio poderá ser visto de três formas:

O que é o PRA enquanto instrumento de aprendizagem?

É uma colecção de documentos em que o candidato:
→ define um projecto de aprendizagem pessoal em função do Referencial de RVCC, tendo em conta os seus interesses e necessidades;
→ selecciona as situações e os acontecimentos que mais contribuíram para o seu projecto de aprendizagem;
→ define os critérios de selecção, tendo em conta os objectivos do seu projecto de aprendizagem;
→ criará um processo de distanciação e reflexão

O que é o PRA enquanto instrumento de avaliação?

É um conjunto de documentos que:
→ surge como uma construção pessoal, um «dossier» aberto, que permite fazer prova das suas competências, segundo um projecto de formação pessoal e diversificado;
→ pressupõe uma interacção permanente entre profissional, formador e candidato (a), dentro de uma lógica reflexiva;
→ assenta numa apropriação do próprio processo de avaliação.

O que é o PRA enquanto Instrumento de Gestão de Futura Carreira/Profissão?

É um conjunto de documentos que:
→ pode ser utilizado como instrumento de gestão de recursos pessoais e profissionais, com o objectivo de assegurar uma inserção adequada no mercado de trabalho e na própria sociedade,
→ possibilita identificar as experiências, atitudes e qualificações de uma pessoa, tendo como finalidade a sua reinserção ou reconversão no actual mercado de trabalho, assim como no exercício da cidadania.

Estrutura do Portefólio

A estrutura do portefólio não deve ser rígida. Cada adulto deve decidir qual a estrutura que o seu PRA irá ter. Será um documento “vivo”, ou seja, em permanente actualização. Contudo, pode sugerir-se um ponto de partida. Assim, um portefólio reflexivo pode/deve conter:
. identificação
. texto introdutório
. história de vida
. um conjunto dos mais diversos documentos que evidencie as competências

Conclusão:
Um PRA é essencialmente um instrumento para a avaliação das competências do adulto que deve conter ainda todas as reflexões decorrentes do processo.

Como se pode obter informação destes processos de RVCC de nível secundário?
Através da Direcção-Geral de Formação Vocacional ( www.dgfv.min-edu.pt/ ) e também do sítio electrónico do Programa Novas Oportunidades (www.novasoportunidades.gov.pt/). Poderá também contactar a DGFV, através de: telefone: 21 394 3700; Fax: 21 394 3799; ou dirigir-se às suas instalações na Av. 24 de Julho, 138, 3º em Lisboa, ou a qualquer Direcção Regional de Educação ou Centro Novas Oportunidades (RVCC).